(Ok, ok, não é tão difícil refutar o argumento, mas gostei do meu raciocínio, hoho)
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Argumento para a vida
(Ok, ok, não é tão difícil refutar o argumento, mas gostei do meu raciocínio, hoho)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Perdido
Me perdendo em você.
Eu sou você,
Você sou eu?
Mas, se eu não sou você,
quem sou eu?
Eu sou você
me encontro em você
a cada encontro com você.
Eu sou você.
Quem é você?
Por que você?
Porque você.
domingo, 9 de outubro de 2011
Depoimento de um humano
Depoimento do floricultor
“O amor. O amor não nasce do nada, não existe amor a primeira vista por isso. O amor se desenvolve. É, como uma bela flor, se desenvolve, mas ele sempre esteve lá, como uma sementinha de flor. Então ele brota, mas sempre esteve ali, sendo cultivado. Então aparece. Dá o botão e desabrocha. De repente, é lindo, mas sempre esteve ali, sendo cultivado, como uma flor. Tem que ter cuidado, zelo, esmero, como para uma flor. E não é a flor que se cede, a flor ta ali, parada, parece inativa, mas ela vive. Mas tu tem que se doar pra flor. Tem que cuidar dela, não é? Pois é, pro amor também. Sempre esteve ali, mas nunca se desenvolveu sozinho, tu sempre estava cultivando e não sabia. Começou pela apreciação. Depois foi pra saudade, depois virou essa beldade. Curioso que todos sempre querem coisas raras, mas quando se trata de uma flor, não. Querem só uma bela, muito bela. Que a sua presença ali seja suficiente para alegrar-lhe. Mas continuará regando para que sempre permaneça ali. Então as pessoas acham que as flores morrem, não é? Estão errados. Não, não é imortal, mas ela só mantém o ciclo. Parece idiota, mas ela serve para 'adubar' a terra novamente, então nascem novos brotos. Mas não confunda, não são novos amores, são os frutos daquela mesma flor que com tanto zelo foi cultivada.”
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Justiça
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Os deveres de um homem
terça-feira, 30 de agosto de 2011
V de Vingança
Provavelmente, a maioria conhece o personagem V, há um filme que leva como título V de Vingança. Se não conhecem, aconselho a verem o filme. Mas o que publicarei aqui é um suporto diálogo entre V e a Estátua da Justiça. Para quem não sabe, V estava desgostoso com o governo e a não liberdade importa por ele.
"- Olá, formosa dama. linda noite, não? Perdoe-me a interrupção, talvez a senhorita pretendesse passear... Apenas desfrutar a paisagem. Não importa, creio que é chegado o momento de uma breve conversa. Ahh, eu me esqueci de que não fomos apresentados. Eu não tenho um nome, mas pode me chamar de V.
- Madame Justiça... esse é V. V... esta é Madame Justiça.
- Olá, Madame Justiça.
- Boa noite, V
- Pronto, agora já nos conhecemos. Para ser sincero, outrora fui um admirador seu. Até imagino o que está pensando.'O probre rapaz tem uma queda por mim, uma paixão juvenil'. Perdoe-me, mas não é este o caso. Eu dizia a meu pai: 'quem é aquela moça?' E ele respondia: 'É a Madame Justiça.' Ao que eu replicava: 'Como é bela.'Eu a admirava, apesar da distância. Ainda criança, ao passar na rua, admirava sua beleza. Por favor, não pense se tratar apenas de atração física. Em absoluto eu a amava como pessoa, como ideal. Isso foi há muito tempo. Agora, confesso que há outra...
- O quê? Que vergonha, V! Traindo-me com uma meretriz de lábios pintados e sorriso vulgar!
- Eu, Madame? Permita-me uma correção. Foi sua infidelidade que me arremessou nos braços dela! Ahá! Ficou surpresa, não? Pensou que eu desconhecia suas espacadelas? Enganou-se. Eu sei de tudo. Na verdade, não me surpreendi quando soube que você flertava com homens de uniforme.
- Uniforme? E-eu não sei do que está falando. Sempre foi você, V... O único em minha vi...
- Metirosa! Meretriz! Ousa negar que se deixou envolver por ele, com suas braçadeiras e botas?
...
- O gato comeu sua língua? Foi o que pensei. Muito bem, a verdade foi revelada. Você não é mais a minha justiça, é a dele. Recebeu outro em sua casa. Faça bom proveito do seu novo amante.
- Snif, snif. E quem é ela? Como se chama?
- Seu nome é Anarquia. E ela me ensinou mais como amante do que você supõe. Com ela, aprendi que não há sentido na justiça sem a liberdade. É honesta. Não faz promessas e nem deixa de cumprí-las como você. Eu costumava indagar por que você nunca me olhou nos olhos. Agora eu sei. Por isso, adeus, cara dama. Nossa separação não me entristesse, uma vez que não é mais a mulher que amei outrora. Eis um último presentinho (V deixa um embrulho em forma de coração com uma bomba dentro). Deixo a seus pés.
(A bomba explode)
- As chamas da liberdade. Que adorável, quanta justeza, minha preciosa Anarquia...
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Falso ideal
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
DA LINGUAGEM E SUAS (I)LIMITAÇÕES
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Conhecimento e verdade
"I.c. Às vezes se diz que conhecimento e verdade são uma e a mesma coisa. Você concorda com isso? Explique e justifique sua resposta.
Antes de responder à pergunta, é importante entender esses dois conceitos envolvidos, o de conhecimento e de verdade. A verdade está condicionada ao mundo, então, para afirmarmos algo como verdadeiro, o mundo deverá apresentar esse algo como verdadeiro. Se fizermos essa mesma afirmação e não fizer correspondência com o mundo, então temos uma afirmação falsa. O conhecimento, da mesma forma, está condicionado ao mundo e ao conhecimento da verdade. Se conhecermos algo, é porque esse algo é verdadeiro e o mundo faz correspondência com isso. Aí percebemos uma semelhança entre verdade e conhecimento, ambas sendo subordinadas ao mundo. Porém, defenderei ainda que elas são coisas distintas. Devemos distinguir conhecimento e crença, pois a crença muitas vezes está baseada em “verdades” dogmáticas, algo que pode ser afirmada como verdadeira, mas ser falsa. Porém, para afirmarmos como falsa, o mundo não pode fazer correspondência com essa afirmação. Percebemos, então, que ambos os conceitos têm uma relação com o mundo. Então devemos entender o conhecimento como algo adquirido por meios empíricos ou, como no caso da matemática, calculado. Já a crença pode ser adquirida de uma equivocada epifania.
Dito isso, podemos passar para o problema. Se afirmarmos que 2+2=4, então temos conhecimento disso e é verdade, pois, se somarmos duas laranjas com outras duas laranjas, teremos quatro laranjas. Então o mundo faz correspondência com ambas a noção de verdade e de conhecimento. Então suponhamos que Deus existe. Deus existe e isso é verdade, pois o mundo faz correspondência com isso, porém, nós ainda não temos conhecimento sobre tal fato. Ainda há especulações sobre sua existência. Ora, então a existência de Deus é verdade, porém, desconhecida. Neste caso, percebemos que verdade e conhecimento não são a mesma coisa, mas mantém uma relação. Podemos afirmar essa relação de coincidência ou não-coincidência. Ora, se temos conhecimento de uma coisa e essa coisa é verdadeira, é porque o conhecimento e a verdade coincidem. Porém, se algo é verdadeiro e não temos conhecimento sobre esse algo, então temos uma situação em que a verdade e o conhecimento não coincidem."
Uma boa semana a todos e leiam os jornais!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Das verdades e do Físico obtuso
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Haikai
sábado, 4 de junho de 2011
Bebei, amigos Yoho!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Voltando!
sábado, 16 de abril de 2011
Para as mulheres
E, ingênuas, ainda reclamam o pouco reconhecimento nas artes. Não nos levem a mal, mas somos muito melhores que vocês nisso, haverão de convir! Afinal, vocês são nossas inspirações. O que seria do homem se não tentasse reproduzir o ser de seu maior apego. Ingênuos.
Desgraçados nós que lançamos mão de nossos destinos em suas mãos. Tolo Freud, tolos homens, jamais entenderão as mulheres. Tolo autor! No fundo, eles sabem disso. Mas que graça teria se assim não fizessem? Porque só nós sabemos que gostinho bom dá essa incessante busca... Ah, isso dá!
sábado, 9 de abril de 2011
As mortes e a morte de Airton
Um grande abraço a todos e exercitem suas mentes!
As mortes e a morte de Airton
Airton entendia a importância adotada para a morte. Sabia que as pessoas atribuiriam suas maiores glórias em seus momento derradeiro. Porém, perturbava-o saber que todos tinham uma ideia fantasiosa de que sua morte teria um Q de heroísmo e, provavelmente, ninguém teria essa oportunidade. Não podia aceitar isso. As pessoas deixariam de ser heroínas em vida para o serem em seu leito de morte. Não, tinha que fazer alguma coisa.
- Tente não falar, Alberto. Poupe suas forças! - Implorava Michele aos soluços.
- Por favor, escutem, tenho coisas importantes a dizer - dizia Airton, fingindo-se Alberto - Você, Michele... Nunca vi pessoa com tamanho senso de justiça. Apenas peca ao julgar aos outros, porém, sei que se julga com tamanha severidade. Tire proveito dessa qualidade, largue a advocacia e seja juíza. Mude o mundo assim - então Airton fingia perder as forças.
- Por favor, Carolina, você tem um coração tão puro e a paciência dos monges... Cof! - Claro, uma tossida de Airton para disfarçar - Porém, deveria aproveitar seus conhecimentos médicos também para aqueles que não podem... Cof! Pagar justamente pelo trabalho.
- Entendo, Ivo. O farei! - dizia Carolina para Airton, com o peito apertado de angústia...
Essa era a nova vida de Airton, dar motivos para as pessoas serem melhores. Sabia a magnitude que era o momento antes da morte, então, morria. Ou assim parecia. Todo ano Airton se mudava. Em um mês arranjava um bom emprego, e em três era amicíssimo de seus colegas e de seus vizinhos. Em oito já era o conselheiro amoroso de muitos e em doze voltava a morrer.
- Sabe... Se você deixasse de ser... professor universitário e fosse de uma escola pública... Você é genial, Jeffrey!
- Já entendi, Robert. O serei. - Então escorria uma lágrima do rosto de Jeffrey - Sei da sua ligação com os jovens por causa da perda de seu irmão...
- Muito obrigado, amigo... Isso me tranquiliza... - E a voz de Airton se perdia sem forças para mais.
Assim Airton melhorava as atitudes daqueles que se aproximavam dele. Conseguiu auxílios de uma trupe de teatro para orfanatos, enfermeiros para asilos e psicólogos para os grupos de AA. Todos trabalhos voluntários.
Então, um dia, chegou a hora do Airton. Nada de Robert, Guilherme ou Aroldo, apenas do Airton, visto como o vizinho novo que recém se mudara para o interior. Voltava do mercado com um bolo e champanhe que ofereceria em uma festa de confraternização com seus vizinhos. Depois de tantas idas e vindas de hospitais mostrando uma vida fajuta, esqueceu-se da sua. Aquele em que realmente carregava um câncer nunca descoberto em vida. Então caiu na calçada, às 18h27 de um março vazio e sozinho.
Airton não teve direito a versos heróicos ou atenção de seus amigos como teve outras sete vezes. Estava apenas desamparado sobre suas compras e, mais tarde, noticiado como um homem que não teve ninguém além do padre para orar por ele.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Logo, logo
terça-feira, 29 de março de 2011
Sem título criativo
terça-feira, 8 de março de 2011
Mangakás!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Eu sou o Super-Homem
O Homem que era o Super-Homem é um filme belíssimo baseado em fatos reais. Com o roteiro de Jin-ho Yun e Yoon-Chul Jeong (também Diretor), o filme conta a história de uma produtora (Gianna Jun) que decide fazer um documentário sobre um homem que pensa ser o Super-Homem. O Super-Homem (interpretado por Jeong-min Hwang) vive para ajudar os mais necessitados, fazendo uso de seus "super poderes". As pessoas desprezariam esse filme ao saber que é um filme sul-coreano. Porém, aqueles que arriscarem se aventurar fora das áreas de Hollywood, descobrirão um mundo novo nesse drama oriental.
Possuidor de um poder incrível, o Elenco do Filme não poupa o telespectador expondo-o a cenas tocantes e a uma mensagem poderosa diante os defeitos atuais da sociedade.
No momento em que as pessoas assistirem a esse filme, o mundo experimentará uma nova era, onde será dado oportunidades a inúmeros "loucos de capas vermelhas" demonstrarem a capacidade dos verdadeiros heróis.
PS: O desenho é baseado em alguns detalhes do filme. O "homem" desenhado é um personagem meu que será apresentado a vocês aqui no blog futuramente, numa próxima oportunidade.
Uma beijoka a todos e ajudem as velhinhas com suas sacolas e os cegos a atravessar as ruas.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Bastantão
Bem, tendo certo tempo desde o dia 12 de janeiro, comecei apenas assistindo a continuação de Arakawa Under the Bridge. Sério, sou apaixonado por aquele animê. Mas o Tonho deve a felicidade de me apresentar mais um: Durarara (aliás, acabou de trancar o dawnload dele). Bem, é um animê de estilo simples mas muito complexo, ao mesmo tempo. Outra coisa que acho importante falar é que comecei a fazer minha carteira de motorista. Tá, isso não é importante, mais gente poluindo as ruas e tudo mais, mas é o que veio com isso. Descobri que muita gente fuma maconha. Fiquei realmente apavorado. Fiz amizade com dois caras lá, muito legais eles. Então através deles tive essa visão, porque todos os intervalos nós íamos para a praça e eles fumavam seu "beck". Com o tempo os participantes da mesmo "tribo" foram se identificando e ficaram mais evidentes. Eu, mesmo tendo o desejo de experimentar, acabei não o fazendo, não sei bem o porquê. Dando continuidade, assisti a um filme perfeito com o Tonho, "O Homem que era o Super-Homem". Se eu fosse vocês, assistiria ao menos uma vez. Mas como eu sou eu, vou assistir de novo. Vou fazer uma resenha dele em breve. Aaahhh!!! Uma coisa de extrema importância me veio a mente agora. Mas já é algo do final do ano passado, não só das férias. Relembrei do quão saboroso é o Nesquiki (Vulgo Quiki). Gente, me viciei. Maravilhoso, comprei uma lata pra mim. E o bom é que só eu tomo! hohoho! Precisava dividir isso com vocês. Bem, vou ficando por aqui.
Um grande abraço a todos e cuidado redobrado no trânsito!
