quinta-feira, 29 de abril de 2010
Expresse-se!!
No meio da noite, naquele período de insônia, o que você pensa? Quando está voltando de trem ou ônibus para casa, sozinho, o que você pensa? Quando está diante da geladeira com a porta aberta, o que você pensa? É, esse pensamento aí mesmo. Tão oculto e protegido do conhecimento alheio, o que você faz com ele? Nada? Pois bem, então o exponha. Esse pensamento poderá ser muito mais útil e apreciado se for mostrado para alguém, conhecido por um grupo ou exposto para o mundo! Nessa mente pode estar sendo moldado uma idéia revolucionária. Porém, não vai mudar nada se ela continuar apenas em sua mente, quando estiver naquele período de reflexão com seu vazio existencial. O máximo que pode acontecer é te fazer rir sozinho por descobrir algo engraçado (isso acontece comigo). Mostre-se para os outros, sempre há uma alma pronta para conhecer mais uma mente louca como a sua própria.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Linha - 2
Bem, há aproximadamente um mês eu terminei de assistir um animê muito conhecido, chamado Evangelion. Ele não é um anime fácil de entender, até agora não sei se entendi, porém vou postar aquilo que conclui assistindo o animê. Então, vamos filosofar!!!
O que será que move as pessoas? Qual será a causa de suas escolhas? Imagino eu que seja a busca de seu complemento (quando falamos de amor, seria a busca da alma gêmea, a outra metade da laranja, a tampa da privada, essas coisas). As escolhas que eu, tu, ele, nós, vós, eles são comandadas por essa busca perpétua. Sempre estaremos procurando por algo que nos complete e, quando encontrarmos, ficaremos satisfeitos até um determinado período de tempo, jamais será continuo. Isso se explica de uma maneira simples: somos uma metamorfose ambulante. Nunca aquilo que foi o nosso complemento ontem será hoje, mas pode voltar a ser amanhã (ou não). Estamos, em estado de “Adão”, sempre procurando nossa “Eva” (aah, ficou difícil entender agora, né? Assista o animê que ficará fácil). Talvez seja equivocado pensar que agimos dessa forma para nos encontrar, nos complementar, mas desse pondo de vista as coisas ao menos fazem mais sentido!
O que será que move as pessoas? Qual será a causa de suas escolhas? Imagino eu que seja a busca de seu complemento (quando falamos de amor, seria a busca da alma gêmea, a outra metade da laranja, a tampa da privada, essas coisas). As escolhas que eu, tu, ele, nós, vós, eles são comandadas por essa busca perpétua. Sempre estaremos procurando por algo que nos complete e, quando encontrarmos, ficaremos satisfeitos até um determinado período de tempo, jamais será continuo. Isso se explica de uma maneira simples: somos uma metamorfose ambulante. Nunca aquilo que foi o nosso complemento ontem será hoje, mas pode voltar a ser amanhã (ou não). Estamos, em estado de “Adão”, sempre procurando nossa “Eva” (aah, ficou difícil entender agora, né? Assista o animê que ficará fácil). Talvez seja equivocado pensar que agimos dessa forma para nos encontrar, nos complementar, mas desse pondo de vista as coisas ao menos fazem mais sentido!
sábado, 17 de abril de 2010
Da conquista
A conquista se faz pelo simples,
Dito às vezes complicado...
Fazer o que se espera,
No momento inesperado...
(Camila Albani Petró - Poemas no Trem)
Dito às vezes complicado...
Fazer o que se espera,
No momento inesperado...
(Camila Albani Petró - Poemas no Trem)
sábado, 10 de abril de 2010
Do cotidiano
Bem, estávamos Carol e eu no ônibus, voltando para o conforto de nossas casas quando começamos a debater sobre meu post "Verdade". (Acreditem, nós quase sempre debatemos sobre assuntos desse tipo no ônibus, por isso "Do cotidiano"). Enfim, ela chegou a conclusão, e eu devo admitir, de que o post estava incompleto. Ela vai dizer que está errado, mas não acreditem nela shahusuhashua. Bem, vamos à correção!
As pessoas de fato agem de forma mentirosa, sendo aquilo que não são, agindo como não agem. Porém, essa é uma fase de transição (uuuuh!!). A verdade é que as pessoas têm passagem por essa fase mentirosa, porém, depois de tanto insistir, de tão fadigado que fica o nosso ser, acabamos por nos entregar a essa mentira, incorporando ela, trazend-a a tona. Então essa mentira passa a ser o nosso ser, passa a ser uma verdade. Então, aqui nos deparamos com uma encruzilhada, perdidos em nosso interior, não sabemos mais quem somos, perdemos nossa identidade e passamos a ter outro, e mais tarde, outras. Talvez nem percebamos a metamorfose ambulante que somos, mas, pode ter certeza, os outros percebem. E como se não fosse possível, eles sentem.
Bem, como sempre, um apelo... Comentem!
As pessoas de fato agem de forma mentirosa, sendo aquilo que não são, agindo como não agem. Porém, essa é uma fase de transição (uuuuh!!). A verdade é que as pessoas têm passagem por essa fase mentirosa, porém, depois de tanto insistir, de tão fadigado que fica o nosso ser, acabamos por nos entregar a essa mentira, incorporando ela, trazend-a a tona. Então essa mentira passa a ser o nosso ser, passa a ser uma verdade. Então, aqui nos deparamos com uma encruzilhada, perdidos em nosso interior, não sabemos mais quem somos, perdemos nossa identidade e passamos a ter outro, e mais tarde, outras. Talvez nem percebamos a metamorfose ambulante que somos, mas, pode ter certeza, os outros percebem. E como se não fosse possível, eles sentem.
Bem, como sempre, um apelo... Comentem!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Intitule você mesmo!
Me pergunto porquê as pessoas se preocupam tanto. Nessas pessoas me incluo. Me pergunto porquê ficam tristes, bravas, felizes ou morrem. Morrem. Mas por que morrem? Claro que a ciência explica que isso deve ser a falência de nossas células, mas não é com esse tipo de coisa que me preocupo. Minha principal questão é: por que vivemos se depois iremos morrer? Será que, quando morremos, vamos para um lugar diferente ou apenas somos tomados por um vazio agoniante? Ficaríamos vagando pela obscuridade, sem sentir amor ou ódio, apenas vazios. Algo insuportável para nós, humanos cheios de sentimentos. Seria como nos sentirmos expandir e continuarmos nas mesmas "dimensões" métricas. O corpo leve por fora, mas pesado por dentro. Jamais entregue à outro destino se não essa prisão chamada eu. Mas talvez não seja assim. Talvez voltemos na forma de outra vida, uma outra pessoa, um outro sexo, uma outra espécie. Um poço de mistério é o mundo. Desculpem-me, poço não, pois nunca chegaremos ao final dele. Ou chegaremos? Mas o que realmente me intriga é: será que haveria morte se não houvesse algo após ela? Ou será que ela é de fato o final?
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