sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Eu sou o Super-Homem

O Homem que era o Super-Homem é um filme belíssimo baseado em fatos reais. Com o roteiro de Jin-ho Yun e Yoon-Chul Jeong (também Diretor), o filme conta a história de uma produtora (Gianna Jun) que decide fazer um documentário sobre um homem que pensa ser o Super-Homem. O Super-Homem (interpretado por Jeong-min Hwang) vive para ajudar os mais necessitados, fazendo uso de seus "super poderes".
As pessoas desprezariam esse filme ao saber que é um filme sul-coreano. Porém, aqueles que arriscarem se aventurar fora das áreas de Hollywood, descobrirão um mundo novo nesse drama oriental.
Possuidor de um poder incrível, o Elenco do Filme não poupa o telespectador expondo-o a cenas tocantes e a uma mensagem poderosa diante os defeitos atuais da sociedade.
No momento em que as pessoas assistirem a esse filme, o mundo experimentará uma nova era, onde será dado oportunidades a inúmeros "loucos de capas vermelhas" demonstrarem a capacidade dos verdadeiros heróis.

PS: O desenho é baseado em alguns detalhes do filme. O "homem" desenhado é um personagem meu que será apresentado a vocês aqui no blog futuramente, numa próxima oportunidade.

Uma beijoka a todos e ajudem as velhinhas com suas sacolas e os cegos a atravessar as ruas.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bastantão

Estou há um tempão sem postar aqui, né? Eu sei, eu sei. Mas vocês sabem como é, férias, praia, internet sem funcionar, essas coisas. Como estou há um tempão sem falar nada, vou apenas comentar sobre coisas que achei interessante nessas minhas férias.

Bem, tendo certo tempo desde o dia 12 de janeiro, comecei apenas assistindo a continuação de Arakawa Under the Bridge. Sério, sou apaixonado por aquele animê. Mas o Tonho deve a felicidade de me apresentar mais um: Durarara (aliás, acabou de trancar o dawnload dele). Bem, é um animê de estilo simples mas muito complexo, ao mesmo tempo. Outra coisa que acho importante falar é que comecei a fazer minha carteira de motorista. Tá, isso não é importante, mais gente poluindo as ruas e tudo mais, mas é o que veio com isso. Descobri que muita gente fuma maconha. Fiquei realmente apavorado. Fiz amizade com dois caras lá, muito legais eles. Então através deles tive essa visão, porque todos os intervalos nós íamos para a praça e eles fumavam seu "beck". Com o tempo os participantes da mesmo "tribo" foram se identificando e ficaram mais evidentes. Eu, mesmo tendo o desejo de experimentar, acabei não o fazendo, não sei bem o porquê. Dando continuidade, assisti a um filme perfeito com o Tonho, "O Homem que era o Super-Homem". Se eu fosse vocês, assistiria ao menos uma vez. Mas como eu sou eu, vou assistir de novo. Vou fazer uma resenha dele em breve. Aaahhh!!! Uma coisa de extrema importância me veio a mente agora. Mas já é algo do final do ano passado, não só das férias. Relembrei do quão saboroso é o Nesquiki (Vulgo Quiki). Gente, me viciei. Maravilhoso, comprei uma lata pra mim. E o bom é que só eu tomo! hohoho! Precisava dividir isso com vocês. Bem, vou ficando por aqui.

Um grande abraço a todos e cuidado redobrado no trânsito!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Apreciem

Bem, pessoal, para quem não sabe, vou fazer filosofia na faculdade. Então gostaria de dividir algo que me fascinou a primeira vista e continua. São dois videos de uma entrevista no Jô com um filósofo. O cara é simplesmente genial. Apreciem essa cortesia de Rafa Ferraz! (:

Aproveitem esse verão para tomar banhos frios. Mas não de cara, esfriem a água só na hora de sair, eu acho ótimo isso!
PS: a menos que tenha sido um banho quente! Não queremos choques térmicos.

Linha 4

Podem rir ao final, mas essa é a minha mais brilhante descoberta e só foi possível lendo o mangá do Naruto.

Só há duas verdadeiras formas de compreender as pessoas. Uma não vou falar porque deve ser uma manifestação natural, a outra é a dor. Pensando bem, as duas deveriam ser uma manifestação natural, porém, como ninguém têm se mostrado capaz de uma coisa simples como essa, vou dar um "empurrãozinho".
Você entende as ações e os medos das pessoas sabendo aquilo que ela passou em sua vida. Tendo conhecimento dos eventos traumáticos que apareceram em seu caminho. Não adianta dizer o contrário, somos todos seres egoístas limitados ao nosso interior, e esquecemos o exterior, ou o interior dos outros. Esquecemos que eles também têm angústias, medos, receios, traumas e lembranças desgostosas. Então vem aquela velha questão de "ninguém me entende!". Mas e nós, entendemos os outros, sabemos por aquilo que já passaram e tentamos realmente ouvir e compreender? Julgamos com tamanha certeza e arrogância algumas coisas que nos esquecemos de nos minimizarmos para dar chance ao próximo.
Eu tenho uma crença. É a de que só teremos paz quando isso se concretizar, quando todos nós conhecermos a dor alheia (o que nos levaria a conhecer a todas as dores, talvez), quando formos capazes que julgar de olhos vendados as qualidades e os defeitos dos outros levando em consideração seu passado, suas dores. E, veja só, sou ambicioso. Essa também será a época em que tentaremos ajudar as pessoas. Teremos total embasamento e capacidade para isso. E não precisaremos ser Freuds ou Machados para isso, seremos apenas seres humanos fazendo uso da nossa maior qualidade.